
Ao ignorar as causas profundas e atuais das principais doenças e negligenciar a prioridade de mudanças no estilo de vida, que necessariamente inclui a nutrição adequada, governos, gestores, associações de classe, operadoras de saúde e a comunidade médica em geral está colocando a vida das pessoas em risco e, no nível coletivo, onerando os cofres públicos com gastos desnecessários com doenças e mortes que poderiam ser evitáveis.
Vários são os estudos que respaldam esta afirmação. E é sobre isto que iremos discorrer neste texto.
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A depressão afeta 350 milhões de pessoas em todo o mundo e a OMS prevê ser a principal causa da carga de doenças até 2030. Estudos que fizeram uso de antidepressivos verificaram que apenas metade dos pacientes tratados conseguem remissão. Mesmo após a adição de outros tratamentos, 20% ainda sofrem de sintomas após 2 anos. 



ba de publicar um relatório que apresenta dados sobre aumento nas vendas de produtos e bebidas ultraprocessados ao longo da última década. Segundo o relatório os alimentos ultraprocessados, são considerados como “quase viciantes” e estão substituindo os alimentos frescos, estando associados a “epidemia e obesidade” na América Latina. O documento afirma que as comidas industrializadas estão acabando com as dietas tradicionais nutritivas.

